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Índice de Danos de Enchente |
| Nova classificação do CESVI aponta quais veículos oferecem mais e menos riscos diante de uma enchente |
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Veículo retirado de enchente já na oficina
Por Felício Schilingovski Félix
Pesquisa &
Desenvolvimento |
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Nos últimos anos, o mercado automotivo brasileiro teve que se adaptar a um fator incontrolável e decisivo no que diz respeito ao risco de danos diversos aos automóveis: as enchentes decorrentes das fortes chuvas, características em determinadas regiões do País, principalmente no verão.
As fortes chuvas e os danos causados aos automóveis por decorrência disso afetam a toda a população, e também o mercado segurador, as oficinas de reparação e as montadoras.
Mantendo a sua característica de estudar detalhadamente os veículos fornecidos no mercado brasileiro e fornecer informações que sirvam como solução para os públicos citados, o CESVI BRASIL está lançando mais um estudo, abordando agora o risco relacionado a enchentes e os possíveis danos que os veículos possam sofrer em função de suas características mecânicas e eletroeletrônicas. O estudo resultou no Índice de Danos de Enchente. |
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Conceito
Por definição, o Índice é uma ferramenta que avalia nos veículos suas características técnicas essenciais na promoção da mobilidade e os classifica em um ranking quanto ao risco de cada um sofrer danos provocados por enchentes derivadas de fortes chuvas.
Para a obtenção deste fator de risco, são avaliados os principais componentes que, caso em contato com a água proveniente de enchente, possam comprometer o perfeito funcionamento do veículo e a condução veicular.
Por meio de um estudo detalhado, foram identificados os fatores que interferem na ocorrência da contaminação por água e, em seguida, reunidos em uma escala de valores. O resultado final é um ranking que indica e compara a eficiência de cada veículo em manter seu funcionamento quando submetido a enchente, garantindo sua mobilidade. |
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Sistemas de admissão próprios de cada veículo |
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Calço hidráulico
É o fenômeno que ocorre quando um líquido, neste caso a água de enchentes, invade o interior dos cilindros e impede o curso total dos pistões, aumentando os esforços sobre os demais componentes móveis envolvidos, deformando-os.
Dica CESVI: se o carro se envolver em uma enchente e entrar água no motor, o veículo deve ser rebocado para uma oficina, para ter seu sistema separado e limpo. Portanto, não ligue o carro caso ele se envolva nesta situação. Espere o guincho. |
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Mais um fator de escolha
na mão do consumidor
Com este estudo, o CESVI também visa a oferecer ao consumidor mais uma ferramenta técnica para auxiliá-lo no momento da decisão sobre a aquisição de um veículo. É mais um importante indicador que vem se somar a outras classificações já existentes, também oferecidas pelo CESVI:
- CAR Group: Classifica o veículo de acordo com a facilidade e custo de reparo.
- Visibilidade traseira: Ranking de veículos de acordo com as limitações do motorista ao realizar manobras em marcha à ré, relacionadas ao campo de visão do espelho retrovisor interno.
- Disponibilidade do ABS: Aponta como é oferecido este importante item de segurança nos veículos comercializados no Brasil.
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O módulo de gerenciamento da injeção eletrônica é fundamental para
o funcionamento
do veículo |
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Composição do índice
Para chegar ao Índice, uma análise detalhada é realizada em cada modelo, avaliando a possibilidade de danos por enchente sob duas óticas: risco de sofrer o calço hidráulico e risco de comprometimento de seu funcionamento por danos em componentes fundamentais.
Para se chegar a um denominador, os seguintes itens são estudados:
Sistema de admissão
Em caso de enchentes, é por meio dele que a água pode ter acesso ao interior dos cilindros do motor.
Avaliações realizadas: |
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- Altura da tomada de ar sujo em relação ao solo.
- Ponto mais alto do duto de admissão em relação ao solo.
- Altura compreendida entre os pontos mais alto e mais baixo do duto de admissão.
- Distância percorrida pela água até atingir o ponto mais alto do duto de admissão.
Sistema de escape
Também significa uma via de acesso para a água, principalmente levando em consideração casos em que o motor esteja desligado.
Avaliação realizada: máxima altura do sistema de escape.
Cilindrada do motor
Quanto maior a cilindrada do motor, mais facilmente o motor absorve a água pelo duto de admissão, aumentando o risco.
Avaliação realizada: obtenção da cilindrada.
Taxa de compressão
Quanto maior for a taxa de compressão, menor é o tamanho da câmara de explosão, conseqüentemente menor será a tolerância ao volume de água admitido.
Avaliação realizada: obtenção da taxa de compressão.
Alternador
Caso atingido pela água, pode causar parada do veículo em função de dano ao sistema de carga da bateria.
Avaliações realizadas:
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- Medição da altura do alternador em relação ao nível do solo.
- Análise da concepção do corpo do alternador, visando a identificar a facilidade de entrada de água.
- Análise de sua posição em relação ao motor.
Centrais elétricas
Havendo a contaminação destes quadros elétricos, há o comprometimento dos respectivos circuitos protegidos pelos fusíveis ou acionados por relés, podendo indiretamente ocasionar a parada do veículo pela interrupção do funcionamento destes circuitos.
Avaliações realizadas:
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- Medição da altura em relação ao nível do solo.
- Análise do tipo de componentes inseridos em seu quadro.
- Análise de sua localização junto ao veículo.
Sensor de oxigênio (Lambda)
Em contato com a água, pode ter sua leitura distorcida ou até mesmo interrompida, comprometendo ou mesmo impedindo o gerenciamento da injeção eletrônica, vital para a manutenção do funcionamento do motor.
Avaliação realizada: |
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- Medição da altura em relação ao solo.
Sensor de rotação do motor
Seu funcionamento depende do perfeito monitoramento de um elemento de referência. Havendo a contaminação por água de seu captador, pode ocorrer a falha e interrupção do gerenciamento da injeção eletrônica ao motor.
Avaliações realizadas: |
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- Medição da altura em relação ao solo.
- Análise da localização junto ao motor.
Unidades de controle
A contaminação de água em seu interior fatalmente produzirá curto-circuito, comprometendo seu funcionamento.
Avaliações realizadas:
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- Medição da altura em relação ao solo.
- Análise da vedação oferecida pelo respectivo encapsulamento.
- Análise de sua localização junto ao veículo.
Embreagem
Seu funcionamento depende de elementos de fricção para assegurar o fluxo de propulsão do motor até as rodas. Quando esses elementos são contaminados pela água, podem comprometer sua aderência e, conseqüentemente, a tração do veículo.
Avaliações realizadas:
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- Medição da altura da caixa seca até o solo.
- Concepção da carcaça da caixa seca com relação aos possíveis acessos para a passagem de água ao seu interior.
- Posicionamento junto ao veículo.
Classificação
O comparativo do veículo se dá por meio das seguintes premissas:
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- Os veículos são agrupados de acordo com a sua categoria.
- O resultado se dá em forma de estrelas: quanto mais estrelas, melhor será o veículo e menor seu risco de apresentar danos em enchentes que provoquem a parada do veículo.
- Havendo a ocorrência de um lançamento de veículo, ele será devidamente enquadrado na respectiva categoria.
- A atualização do ranking dar-se-á no site do CESVI.
Ajudando a decidir
O Índice é mais um trabalho inédito que o CESVI lança, visando proporcionar mais um indicativo técnico para o mercado automobilístico, segurador, reparador e consumidor final.
Com a informação de quais veículos oferecem menos riscos de pararem em uma enchente, seguradoras e consumidores terão maior embasamento para suas decisões, enquanto as montadoras terão uma importante referência para atuar na evolução dos sistemas de seus modelos. |
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Riscos sempre existem
Em situações nas quais o carro esteja em alta velocidade e a aspiração do motor for elevada, caso passe por uma lâmina de água alta, a absorção da água será inevitável. Há, em situações como esta, risco grande de danos, independentemente da classificação do veículo no ranking do CESVI. |
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Hatch Compacto |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Peugeot |
206 HB 1.6 16V Flex |
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| Citroën |
C3 XTR 1.6 16V Flex |
    |
| Peugeot |
206 HB 1.4 Flex |
   |
| Citroën |
C3 1.4
Flex |
   |
| Fiat |
Punto 1.8 Flex |
   |
| Fiat |
Palio
1.4 Fire Flex |
   |
| GM |
Novo Corsa Hatch 1.8 FlexPower |
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| Renault |
Clio 1.6
16V Hiflex |
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| Renault |
Sandero 1.6 8V Hiflex |
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| Citroën |
C3 1.6
16V Flex |
  |
| Fiat |
Novo Palio 1.4 Fire Flex |
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| VW |
Gol 1.8
Total Flex |
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| Fiat |
Punto 1.4 Fire Flex |
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| Renault |
Clio 1.0
16V Hiflex |
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| Ford |
Fiesta Trail Zetec Rocam
1.6 Flex |
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| GM |
Celta
1.0 VHC Flexpower |
  |
| GM |
Novo Corsa Hatch 1.4 Econoflex |
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| GM |
Novo Corsa
Hatch VHC 1.0 |
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| VW |
Fox 1.6 Total Flex |
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| VW |
CrossFox
1.6 Total Flex |
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| Renault |
Sandero 1.0 16V Hiflex |
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| Renault |
Sandero
1.6 16V Hiflex |
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| VW |
Gol 1.0 Total Flex |
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| VW |
Polo 1.6
Total Flex |
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| Fiat |
Mille 1.0 Fire Flex |
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| Fiat |
Palio
1.0 Fire Flex |
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| Ford |
Fiesta Hatch Zetec Rocam
1.6 Flex |
 |
| Ford |
Fiesta
Trail Zetec Rocam 1.0 Flex |
 |
| Ford |
Novo Ka Zetec Rocam 1.0
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| VW |
Fox 1.0
Total Flex |
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VW
|
Gol 1.6 Total Flex |
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Hatch Médio |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Peugeot |
307 HB 2.0 16V Gasolina
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| Peugeot |
307 HB 1.6 16V Flex |
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| Citroën |
C4 VTR 2.0 16V Gasolina |
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| Fiat |
Stilo 1.8 Flex
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| Ford |
Focus 1.6 Zetec Rocam Flex
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| Ford |
Focus 2.0 Duratec Gasolina |
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| VW |
Golf 1.6 Total Flex |
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| GM |
Astra Hatch 4P 2.0 FlexPower |
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Minivan |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Citroën |
Xsara Picasso 1.6 16V Flex
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| Citroën |
Xsara Picasso 2.0 16V Gasolina
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| Renault |
Scénic 1.6 16V Hiflex
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| Renault |
Scénic 2.0 16V Gasolina
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| GM |
Zafira 2.0 FlexPower |
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Minivan Compacta |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Fiat |
Idea Adventure 1.8 Flex
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| GM |
Meriva 1.8 FlexPower
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| GM |
Meriva SS 1.8 FlexPower
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| Fiat |
Idea 1.4 Fire Flex
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| Fiat |
Idea 1.8 Flex |
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Multivan |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Fiat |
Doblò 1.8 Flex
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| Peugeot |
Partner 1.6 16V Flex
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| Renault |
Kangoo 1.6 16V Hiflex |
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Picape Compacta |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| GM |
Montana 1.8 FlexPower
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| Fiat |
Strada Adventure 1.8 Flex
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| VW |
Saveiro 1.6 Total Flex
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| GM |
Montana 1.4 Econoflex
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| Ford |
Courier 1.6 Zetec Rocam Flex |
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Sedan Compacto |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Renault |
Logan 1.6 8V HiTorque
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| Renault |
Logan 1.6 16V Hiflex
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| Renault |
Clio 1.6 16V Hiflex |
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| Renault |
Logan 1.0 16V Hiflex
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| Ford |
Fiesta Sedan Zetec Rocam 1.6 Flex |
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| Renault |
Clio 1.0 16V Hiflex |
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| GM |
Prisma 1.4 Econoflex |
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| GM |
Classic 1.0 VHC Flexpower |
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| GM |
Novo Corsa 1.4 Econoflex |
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| Ford |
Fiesta Sedan Zetec Rocam 1.0 Flex |
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Sedan Médio |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Peugeot |
307 Sedan 2.0 16V Gasolina
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| Peugeot |
307 Sedan 1.6 16V Flex |
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| Citroën |
C4 Pallas 2.0 16V Gasolina |
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| Renault |
Mégane 2.0 16V Gasolina |
   |
| Citroën |
C5 2.0 16V Gasolina
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  |
| Citroën |
C5 V6 3.0 Gasolina |
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| GM |
Omega 3.6 V6 Gasolina |
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| Renault |
Mégane 1.6 16V Hiflex
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| Ford |
Fusion 2.3 Duratec Gasolina
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| GM |
Astra Sedan 2.0 FlexPower
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| GM |
Novo Vectra 2.0 FlexPower
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| VW |
Jetta 2.5 Gasolina |
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SW |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Peugeot |
307 SW 2.0 16V Gasolina |
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| Renault |
Mégane Grand Tour 2.0 16V Gasolina
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| Citroën |
C5 2.0 16V Gasolina |
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SW Compacto |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| Peugeot |
206 SW 1.6 16V Flex |
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| Peugeot |
206 SW 1.4 Flex |
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| Fiat |
Palio Weekend 1.4 Fire Flex
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| Fiat |
Palio Weekend Adventure 1.8 Flex
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| VW |
Parati 1.6 Total Flex |
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| VW |
Space Fox 1.6 Total Flex |
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Utilitário Compacto |
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| Montadora |
Veículo |
Nota |
| GM |
Tracker 2.0 Gasolina 4x4
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| Ford |
Ecosport 1.6 Zetec Rocam Flex |
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Considerações do CESVI
- Veículos que possuem componentes essenciais para sua mobilidade em locais elevados têm menor probabilidade de sofrer danos relacionados a enchentes.
- Existem configurações de motorizações que, além de possuírem suas tomadas de ar mais altas, fazem com que a água decorrente de alagamento, se admitida através do sistema de admissão, seja drenada e retida ainda nele, dificultando assim seu acesso aos cilindros.
- Um mesmo modelo de veículo, de acordo com sua versão/motorização, pode ter diferentes configurações de componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos, diferenciando também o seu risco quanto a danos de enchentes.
- Sistemas de admissão mais baixos, curtos, horizontais e menos sinuosos, englobam riscos maiores aos veículos no que diz respeito a danos de enchentes; esta condição é agravada quando funcionam com motores de cilindradas e taxas de compressão mais altas.
- A suspensão elevada nas versões “fora-de-estrada” pode contribuir para a diminuição do índice de danos de enchentes do veículo em relação à sua versão convencional.
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