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Segundo a revista Exame, 2011 foi um choque de realidade para o mercado de carros elétricos. Os dois principais modelos do tipo plug-in produzidos em massa – o Nissan Leaf e o híbrido Volt, da GM – venderam bem abaixo das expectativas das montadoras, metade do que elas imaginavam.
Em função da baixa escala de produção e do custo alto das matérias-primas para a produção de baterias, o preço de um carro elétrico ainda costuma ser o dobro de um modelo equivalente a gasolina.
A revista apurou que, segundo a consultoria McKinsey, as dúvidas em relação ao futuro dos carros elétricos estão entre os principais desafios a ser enfrentados pelas montadoras nos próximos anos.
A McKinsey estima que, até 2020, as vendas de carros híbridos ou puramente elétricos podem representar um quarto do mercado total – e que os veículos convencionais continuarão dominantes pelo menos até 2030.
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