| |
|
|
|
| |
|
|
|
 |
| |
|
|
|
|
| |
|
|
| |
|
| |
|
|
| |
Confira, abaixo, os destaques recentes entre os estudos e pesquisas realizados pelo CESVI BRASIL, com foco ora em segurança viária, ora em reparação automotiva.
Caso tenha interesse em receber a íntegra das pesquisas, clique aqui.
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
|
|
|
Potencial de efetividade do air-bag
Objetivo
Avaliar o potencial impacto que teria a adoção desse recurso, em larga escala, nos veículos do Brasil, partindo de informações disponíveis sobre a efetividade do air-bag.
Para isso, foi realizada a análise do impacto potencial em termos de redução de fatalidades e feridos, e do impacto econômico associado às vítimas evitadas.
Conclusões
No Brasil, considerando apenas os condutores de automóveis e camionetas, o potencial do air-bag poderia contribuir para, em média, manter a vida de aproximadamente 490 pessoas (1,4% dos 35 mil que morrem por ano) que hoje morrem no trânsito, ou evitar ferimentos em mais de 10 mil pessoas, proporcionando um impacto econômico positivo de cerca de 315 milhões de reais por ano.
Voltar ao topo
|
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Ver e ser visto no trânsito
Objetivo
Apontar as condições em que pedestres, motos e carros são mais bem visualizados à noite, em locais de iluminação deficiente.
Para isto, foram simuladas situações em que pedestres atravessando, motocicletas cruzando a via e automóveis estacionados em situação de emergência são avistados por um condutor quando iluminados apenas pelo farol do veículo.
Foram medidas as distâncias em que o condutor detectava que tinha algo à frente e aquela em que ele reconhecia o que tinha à frente.
Conclusões
Utilizar o farol baixo à noite é imprescindível tanto para ver quanto para ser visto no trânsito.
O pisca-alerta aceso faz toda a diferença.
Se um veículo parado contar apenas com o triângulo, a distância em que será visto diminui consideravelmente, aumentando os riscos de uma colisão.
O uso do colete retrorrefletivo devidamente normatizado é recomendável para o motorista ou passageiro que deixa o carro para trocar um pneu ou tomar outra providência, para que sejam vistos a uma distância mais segura.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Pesquisa: o consumidor e o ABS
Objetivo
Verificar o grau de conhecimento dos participantes sobre esse recurso de segurança ativa, avaliar o desempenho desses participantes em veículos sem e com ABS, descobrir suas opiniões sobre a importância desse recurso.
Para isso, o CESVI convidou o público a dirigir veículo sem e com ABS e emitir opiniões sobre as diferenças experimentadas.
Conclusões
O desempenho dos participantes indicou que a frenagem de emergência com sistema convencional é uma manobra na qual a maior parte não consegue evitar o travamento das rodas, o que contribui para perda de controle do veículo e, com isso, para ocorrência de acidentes.
Na pista, a maior parte dos participantes realizou as manobras com ABS com sucesso, mesmo aqueles sem experiência anterior.
O ABS contribui para que o condutor mantenha o controle do veículo em situações de emergências, pois evita o travamento das rodas. Mas, todo recurso de segurança, para ser realmente efetivo, depende do comportamento dos usuários nas vias.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Disponibilidade do ABS no Brasil
Objetivo
Realizar um levantamento anual da disponibilidade do sistema ABS na frota nacional, apontando quais modelos de veículos possuem o ABS de série, como opcional, ou não possuem o sistema, permitindo comparativos por parte do consumidor que faz questão de segurança no trânsito.
Conclusões
Para se ter uma idéia do quanto os brasileiros têm uma oferta restrita de ABS, a pesquisa apontou que, entre os veículos da categoria hatch compacto, apenas 8% saem de fábrica com o ABS.
Pior, mais de 60% dos modelos dessa categoria não oferecem o ABS nem como opcional. Outra informação muito relevante dessa pesquisa está na variação de aumento do preço do carro de acordo com a oferta da montadora.
Dependendo do pacote em que o ABS está inserido, essa variação pode ir de um aumento de 5% até um de 44% sobre o preço do carro.
Voltar ao topo |
|

Pesquisa 2007
Clique aqui para baixar

Pesquisa 2008
Clique aqui para baixar

Pesquisa 2009
Clique aqui para baixar
|
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Concessionárias e o ABS
Objetivo
Pesquisar a forma como as concessionárias atuam no momento da venda de um veículo no que diz respeito ao sistema ABS, visando a contribuir para um aprimoramento na oferta de sistemas de segurança.
A pesquisa foi realizada com um “comprador oculto”, que entrava em contato com as concessionárias demonstrando interesse por modelos de veículos que, segundo a divulgação das montadoras, têm o ABS disponível para compra como opcional.
Conclusões
A pesquisa englobou um universo de 149 concessionárias de veículos da cidade de São Paulo e concluiu que, de uma maneira geral, o processo de venda das concessionárias não estimula a oferta do ABS.
62% dos vendedores somente falaram do ABS quando perguntados se o carro oferecia o sistema como opcional; somente 7% ofereceram espontaneamente.
Um dado ainda mais alarmante é que 19% dos vendedores abordados afirmaram que os veículos não tinham ABS como opcional (sendo que, segundo a divulgação da montadora, têm).
Talvez mais grave ainda, 27% dos vendedores chegaram a dizer ao “cliente-pesquisador” que não valeria a pena ele comprar um carro com sistema ABS, em função do aumento no custo total do veículo.
Voltar ao topo |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Comparativo “bom x mau reparo”
Objetivo
Identificar as diferenças nos resultados de dois tipos distintos de reparo: um, que utilizou as técnicas utilizadas mundialmente e divulgadas pelo CESVI no Brasil; e outro, que empregou os processos convencionais e ultrapassados usados por grande parte das oficinas de funilaria e pintura.
Conclusões
O reparo com padrão internacional, indicado pelo CESVI, apresentou todas as vantagens possíveis para o trabalho de funilaria e pintura em um veículo.
Com os métodos adequados, o serviço já fica bem feito da primeira vez, evitando o retrabalho, que toma tempo e aumenta o custo de reparo para a oficina.
Além de serem mais produtivos, os processos e equipamentos adequados preservam as condições originais do veículo, não colocando em risco a segurança dos ocupantes no caso de uma nova colisão.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Comparativo “fora-de-estrada x convencionais”
Objetivo
Comparar as diferenças entre os custos de reparo dos veículos fora-de-estrada com suas versões de entrada.
Este estudo foi baseado na análise das peças diferentes entre as duas versões, levando em consideração os dados de ensaios de impacto realizados pelo CESVI.
Conclusões
O custo total de reparo de um veículo na versão fora-de-estrada pode ter um acréscimo de até 53,77%, dependendo das características do modelo e de sua gama de acessórios.
Como consequência da elevação do custo de reparo, o valor do CAR Group também sofre alteração.
Outro ponto a se destacar é que o custo da cesta básica de um veículo fora-de-estrada pode chegar a um valor 56% superior ao de sua versão básica.
Isto ocorre, principalmente, porque os fora-de-estrada, em muitos exemplos, têm acessórios incorporados a suas peças mais sinistradas.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Análise da deformação da longarina
Objetivo
Esclarecer, ao mercado reparador em geral, quanto o processo de reparo influencia nas características originais de uma peça estrutural, mostrando a importância da realização da substituição parcial dentro dos padrões de qualidade.
O estudo comparou o comportamento de uma peça estrutural (longarina), após três testes de impactos, para analisar as suas deformações em algumas situações de reparo.
Conclusões
Este estudo mostra o quanto é importante a adoção de equipamentos e procedimentos corretos no sentido de zelar pela qualidade dos trabalhos e também pela segurança dos ocupantes.
Nunca se deve reparar uma região de deformação programada, pois, ao se alterar as características de absorção de impacto da peça, essa se comporta de modo insatisfatório em um futuro impacto, fazendo com que ocorram danos maiores à estrutura do veículo e aos ocupantes.
Para a reparação de elementos estruturais deve ser realizada uma avaliação detalhada, porque o reparo só é viável caso não sejam afetadas as áreas de deformação programada.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Comparativo “peças originais x paralelas”
Objetivo
Criar um processo de avaliação do nível do que é executado no exterior e (em um caso específico, que não pode ser generalizado nunca, pois o mercado dispõe de muitos concorrentes) avaliar as proximidades e diferenças (se existem) entre a peça original e uma peça não-original.
Conclusões
O estudo é um exemplo do que se pode realizar a fim de comparar peças originais com não-originais, visando a uma certificação de que as peças mantêm as características necessárias para a devida segurança e qualidade das diferentes partes do veículo.
O CESVI entende que certificações realizadas por órgãos competentes têm tudo para dar maior transparência e credibilidade para o comércio de peças no Brasil, onde os consumidores não têm as referências necessárias para uma decisão de compra mais consciente e embasada.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
Análise da instalação do cilindro de GNV
Objetivo
Analisar a questão da segurança em veículos que possuem o cilindro de GNV.
A preocupação do CESVI refere-se à qualidade da instalação do conjunto suporte/cilindro de GNV, pois, no caso de uma colisão, o cilindro poderá desprender-se do suporte e atingir os ocupantes do veículo quando instalado no porta-malas, ou até mesmo atingir o tanque de combustível quando instalado por fora do veículo.
Conclusões
Toda a instalação ou manutenção, necessária para o sistema de GNV, deve ser realizada por uma oficina instaladora/reparadora credenciada pelo INMETRO, conforme informações descritas na RTQ 33 (Regulamento Técnico da Qualidade para Registro do Instalador de Sistemas de Gás Natural Veicular em Veículos Rodoviários Automotores).
Mesmo que a oficina seja credenciada, é preciso garantir que, no momento da instalação, estão sendo utilizados componentes homologados pelo INMETRO.
E também é necessário dar a devida atenção para a fixação do suporte, porque ela precisa ser realizada de forma correta para garantir a segurança.
Voltar ao topo |
|

Clique aqui para baixar |
|
|
|
| |
|
|
|
|
| |
|
|
|
|
|
|
|
| |
© CESVI BRASIL Ltda. Todos os direitos reservados.
|
Av. Amador Aguiar, 700 - City Empresarial Jaraguá - 02998-020 - São Paulo, SP - PABX: (11) 3948-4800 |
|
|
|